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EPOPÉIA – TOMO CINCO: INDEPENDENCIA OU MORTE!
ARGUMENTO: MARCOS FRANCO & ELENILTON FREITAS
ROTEIRO: CIDCLAY LAURENTINO (Faltando digitar)
DESENHOS: LUÍS ALVES
O combate
tem inicio. A equipe Beta parte pra cima do exército alien. Armagedom comanda o
ataque, valendo-se de sua devastadora pistola plasmática, reflexo, força e
sentidos ampliados. O Homem de Preto luta, sendo auxiliado por Nova Bruno, com
sua força sobre-humana, pele semi-invulnerável e circuitos regenerativos.
Katana usa sua espada, agilidade e apetrechos ninja e auxilia o também ágil e
extremamente violento Mortalha. Sil utiliza seu poder ágape para pressentir o
perigo e reagir com sua espada. Garota solar luta lado-a-lado com Dr Hipnose,
que usa seus poderes para fazer os soldados aliens se voltarem uns contra os
outros. Ele precisaria de muita concentração para fazer isso com todos. Mas não
é possível devido a quantidade e a rapidez dos soldados. Combatente é o que tem mais soldados agarrados a seu corpo.
Faquista utiliza suas espadas para ir abrindo caminho. A batalha é sanguinária.
Retrato da Morte está extasiada com a luta, usando suas asas contra os
soldados, como uma faca quando corta manteiga. Felino, bem mais comedido, se
preocupa em não deixar seu lado animal fluir totalmente. Continuam a surgir
soldados aliens. Nesse instante a equipe Alfa fez a volta e sorrateiramente
avança. Rastreador é mandado à frente para se certificar de que não vão
encontrar nenhum soldado à espreita. Os heróis com capacidade de vôo auxiliam
os que não tem, para transporem as muralhas da fortaleza. Lá em cima eles
encontram alguns sentinelas e sem muito alarde dão cabo deles, porém, quando
entram na fortaleza são surpreendidos por uma nova leva de soldados, fortemente
armados. Fora da fortaleza, vendo que os heróis não conseguem chegar perto dos
portões, os rebeldes, impacientes, saem de seus postos e cercam a fortaleza.
Nesse instante, o céu é tomado por naves alienígenas que disparam sobre os
heróis e rebeldes. O grupo Beta começa a recuar. Telepaticamente, Sabrine
observa todos os movimentos dos grupos Alfa e Beta. Bastante debilitada, ela
usa seus poderes para realizar o que ela chama de recurso final. De volta ao
grupo Alfa, o combate interno tem inicio. A cidade parece desabitada e serve
como perfeito campo de batalha. Gênese decide dividir o grupo em dois. Ele,
Velta e Rastreador vão tentar localizar Sabrine, enquanto os demais combatem os
soldados aliens. Com a ajuda de Rastreador, eles encontram um compartimento
trancado, onde Sabrine deve estar. Velta tenta abrir passagem com suas rajadas,
enquanto Rastreador e Gênese cuidam dos soldados que vão surgindo. Enquanto
Rastreador está ocupado, lutando, inesperadamente, Gênese aponta sua arma para
Velta, sem que ela perceba e pensa: “A morte de Velta aqui pode gerar uma fenda
temporal e impedir que esses acontecimentos se repitam. É só apertar o gatilho
e o conflito instantaneamente acabará”. Após alguns segundos, Gênese abaixa sua
arma e novamente pensa: “Não... não sou um assassino. Perdão, Sabrine...” Nesse
momento, a reflexão de Gênese é interrompida, pois Velta consegue arrombar a
porta da sala. Em seu interior, os três avistam Sabrine, acorrentada e imóvel
ao chão. Imediatamente são cercados por Krung, o general Korr e um outro
soldados alien extremamente forte. Krung fala: “TENTANDO LIBERTAR SUA NETA,
VELTA?”
Continua...